segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Entidade internacional se posiciona contra PLC 122/06

Em nota, organização internacional All Out diz que PLC 122 aceita a homofobia.

A organização internacional de defesa dos direitos humanos All Out divulgou nota se posicionando contra a votação nesta quinta-feira, 8 de dezembro, do texto do PLC 122/06, que criminaliza a homofobia no Brasil. A All Out diz que o projeto “simboliza o aceite tácito do Congresso aos discursos de ódio que estão na raiz da onda crescente de ataques homofóbicos e transfóbicos no país”. Confira:

Nota pública - ALL OUT

SOBRE O PLC 122

O Brasil ocupa importante espaço na arena internacional, por sua relevância econômica e política, além das políticas sociais recentemente desenvolvidas. Por meio da ratificação de diversos tratados internacionais para a proteção dos direitos humanos de todos e todas, inclusive LGBTs, e pela criação de variadas políticas públicas, o país deu passos importantes em relação à promoção e proteção de garantias fundamentais, assim como no tema de direitos da população LGBT.

No entanto, até o momento, algumas políticas públicas, como no caso das medidas necessárias e caras à população LGBT, ainda se encontram pendentes no que se refere a sua implementação. O que se observa é que todas as conquistas reais em termos de direitos civis igualitários para lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais no Brasil,se deram no âmbito do judiciário e também do executivo, o que demonstra alguns avanços mas também enormes desafios.

Na próxima quinta-feira (8/12), a senadora Marta Suplicy irá apresentar para votação na Comissão de Direitos Humanos e Minorias do Senado (CDH) um substitutivo ao PLC 122/2006. Apesar de ser uma pauta histórica do movimento LGBT brasileiro, a ALL OUT CONSIDERA que a nova redação do PLC 122 não contempla a criminalização do discurso de ódio contra a população LGBT , um dos maiores “ ativadores de homofobia” no Brasil, tornando, portanto, a legislação proposta INCOMPLETA.

Além disso, a inclusão do parágrafo III ao texto, sem acordo com o movimento LGB T nem com a Frente Parlamentar Mista LGBT no Congresso, simboliza o aceite tácito do Congresso aos discursos de ódio que estão na raiz da onda crescente de ataques homofóbicos e transfóbicos no país, seja por parte de líderes religiosos, seja de representantes de outros setores conservadores no país.

Reafirmamos que a All Out apóia o desenvolvimento de uma legislação que possibilite a punição de atentados graves contra a vida, a liberdade, a igualdade e a dignidade humana, e neste sentido, a inclusão da criminalização da homofobia é uma ação justa e necessária. Desta forma, a All Out também aplaude os esforços do estado brasileiro para que a homofobia seja discutida no país, inclusive no âmbito legislativo.

O Brasil, infelizmente, é um dos países com maiores números de mortes e violência com base em orientação sexual e identidade de gênero no mundo, portanto, ainda há muito que avançar. A All Out acredita que a discriminação homofóbica deve ser punida como as outras discriminações, com legislação que reconheça o peso e a relevância necessária à criminalização da homofobia no país.

Assinam esta carta
Equipe All Out
Graça Cabral, Maria Auxiliadora, Jiçara Martins, Maria Claudia Cabral, Angela Moyses, Eleonora Pereira, Lilia Arruda (Mães pela Igualdade) e Luis Arruda.

Fonte: mixbrasil.uol.com.br

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Urgencia, urgentíssima! PLC 122/06 será votado nesta Quinta Feira 08/12/2011





A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) reúne-se na quinta-feira (8) para deliberar sobre pauta de 28 itens. Como anunciado na semana passada pelo presidente da comissão, senador Paulo Paim (PT-RS), e pela senadora Marta Suplicy (PT-SP), deverá ser examinado substitutivo do projeto da Câmara (PLC 122/2006) que criminaliza a prática da homofobia.


O projeto amplia a abrangência da Lei 7.716/1989, que trata da discriminação decorrente de raça, religião e origem, para incluir também motivações ligadas a gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero. Por requerimento de Marta Suplicy, a matéria foi desarquivada no início dessa legislatura. Já aprovada pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), foi encaminhada então para a CDH, onde já tramitava antes do arquivamento. Nesta comissão, está sendo relatada pela própria Marta Suplicy.


A proposta é polêmica e objeto de discordâncias principalmente entre evangélicos e entidades ligadas aos direitos dos homossexuais. Segundo Paim anunciou em Plenário, há um entendimento para que o projeto seja votado logo, mesmo que não haja consenso total quanto ao substitutivo a ser apresentado pela relatora.

fonte: www.senado.gov.br

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Noruega em busca de Deus




Há 3 anos, aqui na regiao de Telemarken onde Dennis mora, acontece um evento onde religiões. as mais diversas e esquisitas, montam seus stand's para que os seus adeptos apresentem as suas crendices, as quais passam por ocultismo e outras coisas desse gênero.

A Igreja Metodista da Noruega tem marcado presenca desde o primeiro evento, com um stand onde abencoa as pessoas, ora por elas e, detalhe, sem cobrar absolutamente nada, enquanto que nos outros stand's as pessoas teem que pagar para serem atendidas.

Este ano o evento será realizado no próximo final de semana 12 e 13 e, para gloria de Deus, os realizadores do evento, a lideranca, pediu que a Igreja Metodista, no domingo, fizesse um culto ao lado do local onde o evento está se realizando.

Isso é uma grande vitória para o reino de Deus.

Quero pedir para que estejamos em oração pelos irmãos que estarão no domingo falando da verdade do evangelho de Cristo para a libertação dos homens.

As pessoas que procuram esse evento são pessoas que estão em busca de uma realidade espiritual diferente, tentando encontrar alguma coisa que lhes preencha o vazio da alma.

OREMOS!

Recebido por e-mail da Missionária Lídia Fernandes - Editora do Blog A amiga do Amigo, que está lá cooperando o filho Missionário Denis, combatente do evangelho naquele país.


fonte: pointrhema.blogspot.com

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

O primeiro missionário evangélico na China






Tradução: João Cruzué

Robert Morrison nasceu na Escócia em 1782, de uma piedosa família de crentes presbiterianos. Eram muito pobres e seu pai trabalhava fabricando formas de sapatos. Robert teve que deixar os estudos ainda criança para ajudar-lhe, mas como gostava de aprender, seguiu com os estudos em casa.

Aos 15 anos entendeu o que é mais importante na vida: que ele era um pecador, um homem perdido e para se salvar devia aceitar a Jesus como seu Salvador. Assim ele fez, e depois disso, compreendeu que era seu dever levar também a outros a história desse Salvador para que todos também pudessem se livrar de seus pecados.

Depois de trabalhar por uns tempos nas Igrejas da Inglaterra, Morrison associou-se na Sociedade Missionária de Londres com a idéia de se tornar um missionário na China. Por essa ocasião já dominava o latim, o grego e o hebraico. Como não havia nenhum missionário protestante ainda na China, Morrison se apresentou para ser o primeiro.

Como a principal tarefa que lhe haviam encomendado foi a tradução da Bíblia para o mandarim, se propôs a estudá-lo, enquanto se preparava em medicina e astronomia.

Quando encontrou um manuscrito que continha a tradução de alguns trechos da Bíblia em uma biblioteca, tirou uma cópia para estudar detalhadamente, com a ajuda de um chinês que se ofereceu para ajudar. Esse esforço lhe foi muito útil, pois lhe permitiu economizar um tempo precioso quando esteve na China.

Para chegar até lá teve que viajar por cinco meses. Em 04 de setembro de 1807 aportou-se na cidade de Cantão, ao SUL do país, ao lado de Macau, uma colônia portuguesa. Permaneceu ali durante algum tempo, depois conheceu a jovem Mary Morton, com quem se casou em fevereiro de 1809.

Morrison não se deu conta de quão grandes eram as dificuldades que precisava vencer para chegar lá. O que sabia do idioma não lhe permitia o necessário para uma tradução, e quando buscou um mestre não pode encontrá-lo, pois havia uma lei que condenava à morte qualquer pessoa que ensinasse a língua chinesa a um estrangeiro.

Finalmente, apareceram dois homens que tinham conhecido alguns missionários católicos que aceitaram ajudar, embora cheios de temor. O medo que possuíam não era tanto quanto à morte em si, senão pela sua forma, em meio a torturas terríveis. Estavam a tal ponto assustados que levavam sempre consigo um frasco com veneno para suicidarem-se caso fossem descobertos.

Aprender o chinês não era coisa fácil e por aquela época era ainda pior, pois não existiam nem dicionários nem bons professores.

John Wesley afirmou certa vez que “O chinês era um invento do diabo para que não se pudesse pregar o evangelho aos chineses”. Milne, um missionário que mais tarde seria companheiro de Morrison, dizia que para aprender o mandarim era preciso: um corpo de bronze, pulmões de aço, cabeça de carvalho, olhos de águia, coração de apóstolo e memória de anjo... e a vida de Matusalém.”

Além de trabalhar na tradução da Bíblia, Morrison se ocupou de fazer uma gramática e um dicionário, para que os missionários depois dele, pudessem aprender o idioma com mais facilidade.

Um chinês chamado Tsae A-ko, foi um grande instrumento preparado por Deus para ajudar o trabalho de Morrison.. Ele ia de noite a sua casa, as portas e as janelas eram bem fechadas, para que ninguém de fora visse o que faziam, por que corria perigo de vida, e ali se punha a traduzir ou corrigir, enquanto que Morrison lhe ensinava as verdades do Evangelho.

Foram gastos 14 anos para traduzir a Bíblia e 16, para concluir o dicionário que foi editado em quatro volumes, com cerca de 4.500 páginas cada um. Tsa A-Ko compreendeu finalmente que aquilo que o missionário lhe ensinava era a Verdade e se batizou em 1814, tornando-se então o primeiro evangélico chinês.

Depois de ter traduzido a Bíblia, o problema era sua publicação, pois as penas para quem imprimisse livros cristãos eram tão severas como para aquele que ensinava o idioma. Afortunadamente, depois de muito trabalho, Morrison encontrou quem o fizesse, todavia secretamente. Para diminuir o medo do impressor, quando os pacotes com as Bíblias eram entregues, ele os rotulava com um título falso para disfarçar o “perigoso conteúdo”.

Porém, Morrison não se dedicou somente a traduzir, senão que chegou a estabelecer uma escola chamada Colégio Anglo-Chinês, mais tarde conhecido como Ying Wa College. Esta escola foi transladada para Hong Kong no ano de 1843, quando este território passou a ser controlado pelos britânicos. Esta instituição permanece até os dias de hoje como uma escola secundária.

Robert Morrison nunca teve uma boa saúde e, como trabahttp://www.blogger.com/img/blank.giflha muito, era mesmo impossível que sarasse completamente. Morreu quase repentinamente em 1º de agosto de 1834 em Cantão, China, quanto tinha 52 anos.


Durante sua vida conseguiu a conversão de poucas pessoas, mas seu trabalho traduzindo a Bíblia, preparando o dicionário inglês-mandarim e de edição de uma gramática sinoinglesa, fez com que fosse possível a conversão de milhares de chineses depois da sua morte.


Fonte: http://biografas.blogspot.com/2007/03/robert-morrison.html
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terça-feira, 19 de julho de 2011

Sete Promessas do Salmo 23





Águas tranqüilas

Por João Cruzué

O Salmo 23 é uma das leituras mais conhecidas da Bíblia Sagrada. Posso ver nele lindas promessas que se cumpriram no passado, continuam cumprindo-se no presente e se cumprirão também no futuro, na vida daqueles que se aproximam para buscar a presença de Deus. Entre tantas coisas belas que posso ver nele, existem sete promessas para o nosso dia a dia.

O autor dessas promessas é o Senhor Jeová.

Quando você aceita Jesus como Salvador da sua alma e Senhor de sua vida, você muda de senhorio e de posição diante de Deus. Assim como no Brasil, para ter uma existência civil é necessário o Registro de Nascimento, na Bíblia também ensina, no primeiro capítulo do Evangelho escrito por João que a todos que receberam Jesus em seus corações pela fé, foi lhes dado o direito, de ser registrados como filhos de Deus, no Livro da Vida. A esses, o Salmo 23 declara a primeira promessa de que o Senhor é o Pastor pessoal, atendo a suas necessidades. O Senhor Jesus, o nosso Pastor, sabe o que está passando com você e comigo.

Quando Faltavam poucos dias para encerrar o longo período de desemprego por que passei, de 1992-2003, pude experimentar isso bem de perto. Eu estava passando por um mar revolto e o Senhor entrou no barco e levou-me às águas tranqüilas. Em março de 2003, estava no sítio da família concluindo o plantio de 160 covas de bananeiras, a maioria delas da variedade maçã. Março, na Região do Vale do Rio Doce, significa o fim das chuvas de verão. E, ao terminar o plantio, um irmão da Igreja Presbiteriana e eu oramos agradecendo a Deus, como é de nosso costume.

Então uma chuva caiu moderadamente sobre a superfície da terra seca. Contudo não a molhou completamente. Vi naquela chuva, justamente no final daquele trabalho o cuidado de Deus. À noite, quando fui deitar-me, lá pelas 8:00h, assim que pus os joelhos no chão, caiu outra chuva, exatamente quando comecei orar. Entendendo eu que o Senhor estava querendo provocar em min uma oração mais ousada, com muito bom humor orei assim:

--Senhor, hoje por duas vezes já choveu moderadamente. Eu poderia, amanhã, gastar metade do dia regando cova por cova daquelas 160 bananeiras. Mas, já que o Senhor insisti, vou orar com mais ousadia: Se queres mesmo molhar aquela terra, então envia uma chuva de verdade, 10 vezes mas forte que estas, e molha tudo de uma vez!

Foi aí que, em meio à madrugada, acordei com um barulho forte de chuva no telhado da cobertura da fazenda. Grandes goteiras caiam dos beirais do sobrado lá embaixo na calçada. No outro dia, havia sinais de enxurrada por todos os lados. O Senhor molhou mesmo! Ele poderia ter feito tudo na primeira chuva, mas isso passaria despercebido. Ao estimular minha oração queria revelar seu cuidado por mim.

Na terceira chuva entendi o significado do cuidado, do amor, que Deus tem por nós. Se Ele insistiu em mostrar-me que se preocupava com simples bananeiras, naturalmente desejava que eu entendesse que Ele me amava e que estava cuidando de mim e da minha familia, durante aquele 11º (e último) ano de desemprego.

Presença, cuidado, paz, segurança, vitória, compromisso e bondade. Sete bênçãos. Todas essas elas estão se cumprindo em minha vida.

Vim de uma família que não tinha paz. Meus velhos, embora católicos, honestos, trabalhadores, eram bem materialistas e me xingavam muito. Um dia comecei a ter ataques epilépticos. Mãe ficou horrorizada, pois toda família de meu pai tinha a mesma doença. Assim que entreguei minha vida para Jesus, na Igreja dos Crentes, eu fui curado dessa doença horrível. Eu tinha 19 anos.

Quando permiti que Jesus entrasse de verdade em minha vida, a paz que eu não tinha veio completamente. Quando descia a antiga Rua 10, do Jardim São Luiz - em 1975 - seguindo para o trabalho onde hoje fica o Extra da Ponte da João Dias, Descia alegre, feliz, como se flutuasse sobre a rua. A família estava endoidecida porque me tornara crente, mas eu não ligava muito para a raiva deles.

Uma parte importante desse Salmo, o quinto versículo, ainda está por se cumprir na minha vida. Aquela que diz que o Senhor prepara uma mesa diante dos inimigos. Na verdade, posso dizer que não possuo inimigos na expressão literal dessa palavra. Mas, entendo que ao me tornar um cristão, deixei de perseguir os degraus da segurança financeira, da riqueza que a família de minha origem sempre priorizou. Para eles, ao me tornar crente, preocupei-me em demasia com o espiritual e deixei de correr atrás do que de fato a sociedade valoriza: a fama e a riqueza.

Eu Aprendi algo importante ao observar um atributo marcante na vida de Davi: antes de tomar qualquer decisão, ele orava e buscava a presença do Senhor para orientar-se. Eu não preciso de riquezas para conquistar paz, alegria, gozo, uma família firme na casa do Senhor - pois tudo isso já tenho. Mas por outro lado sei que Ele vai colocar-me atrás de uma mesa, e diante dela todos os difamadores, murmuradores, incrédulos, para mostrar a todos eles, não que o joão é alguma coisa, mas que o Deus do João é.

Assim como o João, você também está prestes a receber de Deus o que tem buscado. O mesmo Senhor que mostrou-me o cuidado para com simples bananeiras vai enviar no tempo apropriado (breve) aquilo que tanto lhe faz falta. Creia nisso. Ele não descançará enquanto não lhe abençoar com todas as bênçãos prometidas, e seus difamadores ainda vão ter que dizer: como é maravilhoso o Senhor Jesus! Se ainda não é crente, aceite Jesus para as bênçãos do Salmo 23 se cumpram literalmente em sua vida. Se já é cristão e elas ainda não vieram, insista com Deus e não fique com os braços cruzados. Eu sei que o amor de Deus não consiste de palavras, mas de bênçãos.

Fonte: olharcristao.blogspot.com

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Ataque à família




O Rev. Hernandes Dias Lopes, fala em um artigo de sua autoria, sobre este processo de desconstrução familiar, o qual eu passo a descrever na íntegra:

Abordaremos, aqui, quatro forças poderosas que se voltam contra a família nos dias presentes.

1. A mídia televisiva. A televisão é ainda o mais poderoso instrumento de comunicação de massa em nossa nação. É considerada o quarto poder. A televisão brasileira é conhecida em todo o mundo pela sua descompostura moral. As telenovelas brasileiras são as mais imorais do mundo. Talvez nenhum fenômeno exerça mais influência sobre a família brasileira do que as telenovelas da Rede Globo. . Os programas que tratam da matéria são feitos com a intenção de escarnecer dos valores morais que sempre regeram a família e exaltar a prática homossexual, que a Escritura chama de um erro, uma torpeza, uma abominação, uma disposição mental reprovável, uma paixão infame, algo contrário à natureza (Rm 1.24-28).

2. A suprema corte. A suprema corte brasileira, o Supremo Tribunal Federal, por unanimidade, legitimou os direitos da relação homoafetiva. A nação brasileira já colocou o pé na estrada do relativismo moral, da absolutização do erro, do desbarrancamento da virtude, da conspiração irremediável contra a família. Estamos nos insurgindo não apenas contra a família, mas contra o próprio Deus que instituiu o casamento e estabeleceu a família. Desta forma, julgamo-nos sábios, tornamo-nos loucos, pois ninguém pode desfazer o que Deus faz e ninguém pode insurgir-se contra Deus e prevalecer.

3. O ministério da educação. Com os recursos suados dos trabalhadores brasileiros que, com dignidade lutam para o progresso da nação, o ministério da educação está lançando um kit gay, para ser distribuído nas escolas públicas, cuja finalidade, mais uma vez, não é esclarecer crianças e adolescentes sobre a sexualidade, mas induzi-los à prática homossexual.

4. O congresso nacional. Está na pauta do congresso nacional um projeto de lei que visa criminalizar aqueles que se manifestarem contra a prática homossexual, contrariando, assim, a constituição federal, que nos faculta a liberdade de consciência e de expressão. Contrariando, outrossim, os preceitos da Palavra de Deus que, considera a relação homossexual como algo contrário à natureza e uma abominação para Deus (Lv 18.22; Rm 1.24-28; 1Co 6.9-11). Essa lei visa não apenas legitimar o ilegítimo, tornar moral o imoral, mas também, punir com os rigores da lei, aqueles que, por dever de consciência, não podem se curvar ao erro.

Povo de Deus, não podemos nos calar diante dessas ameaças!

quarta-feira, 22 de junho de 2011

PL 122 - Três estados já mudaram suas Constituições.




João Cruzué

Os Estados brasileiros de Mato Grosso, Pará e Sergipe já aprovaram emendas constitucionais e incluiram a "OPÇÃO SEXUAL" como uma das garantias individuais contra a "Homofobia". Tanto Mato Grosso quando o Pará são estados onde há lideranças famosas da Igreja Evangélica Assembleia de Deus: Pr. Sebastião Rodriges e Pastor Samuel Câmara. Será que eles já souberam disso? E quais foram as atuações dos Deputados Evangélicos nos trâmites das matérias nestes Eshttp://www.blogger.com/img/blank.giftados?

Prova: abaixo estão os artigos das três Constituições, em que aparece a mudança constituicional.


1 - MATO GROSSO

Art. 10 O Estado de Mato Grosso e seus Municípios assegurarão, pela lei e pelos atos dos agentes de seus Poderes, a imediata e plena efetividade de todos os direitos e garantias individuais e coletivas, além dos correspondentes deveres, mencionados na Constituição Federal, assim como qualquer outro decorrente do regime e dos princípios que ela adota, bem como daqueles constantes dos tratados internacionais em que a República Federativa do Brasil seja parte, nos termos seguintes:

I - a garantia da aplicação da justiça e da efetividade dos direitos subjetivos públicos do indivíduo e dos interesses gerais, coletivos ou difusos;

II - a apuração de responsabilidade, com aplicação de sanção de natureza administrativa, econômica e financeira, independente das sanções criminais previstas em lei, em qualquer tipo de discriminação;

III - a implantação de meios assecuratórios de que ninguém será prejudicado ou privilegiado em razão de nascimento, raça, cor , sexo , estado civil, natureza de seu trabalho, idade, religião, orientação sexual, políticas ou filosóficas, deficiência física ou mental e qualquer particularidade ou condição;



2 - PARÁ

Art. 3º. O Estado do Pará atuará, com determinação, em todos os seus atos e pelos seus órgãos e agentes, no sentido de realizar os objetivos fundamentais do País:

I - construir uma sociedade livre, justa e solidária;

II - garantir o desenvolvimento nacional;

III - erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais, raciais e regionais;

IV – promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, orientação sexual, cor, idade, deficiência e quaisquer outras formas de discriminação.

V - dar prioridade absoluta aos assuntos de interesse dos cidadãos.


3 - SERGIPE

Art. 3º O Estado Assegura por suas leis e pelos atos dos seus agentes, além dos direitos e garantias individuais previstos na Constituição Federal e decorrentes do regime e dos princípios que ela adota, ainda os seguintes:

I - ninguém será prejudicado no exercício de direito, nem privado de serviço essencial à saúde, à higiene e à educação, por não dispor de recursos financeiros;

II - proteção contra discriminação por motivo de raça, sexo, idade, classe social, orientação sexual, deficiência física, mental ou sensorial, convicção político-ideológica, crença em manifestação religiosa, sendo os infratores passíveis de punição por lei;

O próximo da lista parecer ser o Rio de Janeiro. Na justificativa de sua Emenda, o deputado mencionou a mudança ocorrida nos três Estados acima. É um direito legítimo de suas Excelências propor a mudança que quiserem. O que me preocupa é isto está acontecendo sem que a Igreja saiba, ou pelos menos seus membros. Repudio todo tipo de discriminação. Mas continuo pensando que o termo "Opção Sexual" é muito abrangente.

Fonte: olharcristao.blogspot.com

Imagem: liberdadedeexpressao.multiply.com

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Pastor Francisco Pacheco de Brito morre aos 95 anos




Faleceu no dia 16 de junho, o pastor Francisco Pacheco de Brito, aos 95 anos de idade. Ele era o pastor da Igreja Assembleia de Deus em Campina Grande (PB) e presidente da Convenção das Igrejas Assembleias de Deus de Campina Grande e Estado da Paraíba.

O corpo do ministro está sendo velado no templo-central da AD em Capina Grande, na Avenida Antenor Navarro, 693, bairro Prata. O sepultamento ocorrerá neste sábado, dia 18 de junho, às 15h. Familiares, amigos e obreiros estão prestando as últimas homenagens ao pastor e as condolências para família.

O pastor Francisco Pacheco de Brito nasceu em 16 de maio de 1916 no município de São João do Cariri, filho de Inácio Jerônimo de Brito e Maria de Jesus. Ainda jovem, adotou Campina Grande como sua terra natal, onde trabalhou na construção civil. Ele sempre disse ter orgulho da cidade que viu crescer. Casou com Albertina Barbosa de Lima (já falecida), com quem constituiu uma família composta de 10 filhos, netos e bisnetos. Sua carreira ministerial começou cedo. O pastor Francisco Pacheco foi consagrado diácono em novembro de 1943 e presbítero, em outubro de 1949. Em janeiro de 1948, foi ordenado ao ministério como pastor. Já liderava a AD em Campina Grande havia algumas décadas e sempre se destacou pela seriedade e amor à obra de Deus, sendo um dos mais prezados líderes das Assembleias de Deus no Nordeste e no Brasil.

Fonte:cpadnews.com.br

STF esvazia os poderes do Congresso Nacional em doses nem tão homeopáticas




STF esvazia os poderes do Congresso Nacional em doses nem tão homeopáticas, senão vejamos:


- Em 05 de maio de 2011 o Supremo Tribunal Federal aprovou a união estável entre pessoas do mesmo sexo, popularmente conhecida como "casamento gay".
- Em 08 de junho de 2011 o STF concedeu asilo político ao assassino italiano Cesare Battisti, condenado a prisão perpétua na Itália.
- Em 15 de junho de 2011 o STF liberou a realização da marcha da maconha.

Prestem atenção:
Todas as discussões sérias ou medidas impopulares que normalmente, quando aprovadas, geram desgaste político, estão sendo levadas ao STF - Supremo tribunal federal, corte essa que vem contrariando os princípios, costumes, cultura e modo de agir da maioria, em benefício de minorias. Tais minorias não estavam discriminadas em suas vontades, no entanto, usam agora do STF para impor à nação em forma legal seus interesses. Quem teria, ao arrepio da nossa constituição, concedido poder àquela côrte para legislar no lugar do Congresso Nacional.


O que me causa estranheza, é o fato de que o parlamento assista a tudo isso calado, como se nada estivesse acontecendo.

Entendo que, se existam "brechas"legais para que isso aconteça, não seria o caso de se levantar a questão no sentido de que sejam corrigidas, ou estamos esperando o dia em que, entendendo ser legal, o STF também feche definitivamente o congresso nacional. O poder executivo, pelo "andar da carruagem", não está nem aí para o que está acontecendo. Ora, se o poder emana do povo, porque os verdadeiramente eleitos por esse povo de forma direta, se curvam pacificamente aos por eles mesmos nomeados?
No caso da libertação do assassino italiano, o Brasil se curvou à decisão da suprema côrte, e agora está com a imagem "em maus lençóis", sujeito inclusive a ser representado na côrte internacional de Haia por quebra de acordo.
Não posso afirmar isso, mas no meu entendimento, tenho a nítida impressão que o STF está a serviço do poder executivo até prova em contrário, e para tanto, só se manifestando publicamente contra.
Quanto ao poder legislativo, a meu ver, pelo menos por enquanto, cumpre a letra do Hino Nacional Brasileiro, ou seja, continua "deitado eternamente em berço esplêndido".
Acorda Brasil, antes que seja tarde, demais!

Fonte: pointrhema.blogspot.com

sexta-feira, 3 de junho de 2011

2º Protesto Evangélico em Brasilia



O Pr. Silas Malafaia entregou pessoalmente um abaixo-assinado com mais de 1 milhão de assinaturas ao Presidente do Senado Federal, Senador José Sarney, contra o (relatório) do Projeto de Lei 122/2006 em tramitação na Comissão de Direitos Humanos do Senado.

Os evangélicos, desafiados pelo Pastor, foram a Brasília protestar pacificamente contra o Projeto que pretende criar a "mordaça gay" e contra o "kit gay" patrocinado pelo Ministério da Educação a mando do Ministro Fernando Haddad, que só não o distribuiu para 6.000 escolas porque levou um pito da Presidente Dilma, que disse assim: "O governo não vai patrocinar divulgação de opção sexual nas escolas."

William Bonner, âncora do Jornal Nacional, disse que os evangélicos fizeram um GRANDE protesto em Brasília.



Mais de 20 mil cristãos realizaram um grande protesto na tarde de hoje, na frente do Congresso em Brasília. O Pastor Silas Malafaia está falando agora , 20:40 h, no Jornal Nacional da Rede Globo sobre o perigo das alterações pretendidas na Constituição e no Código Civil. Elas são inconstitucionias pois tiram a o direito da liberdade de expressão de muitos para favorecer poucos. Ao final das manifetações o Pr. Silas foi recebido pelo Presidente do Senado Federal, Senador José Sarney, e entregou um abaixo assinado, com mais de 1 milhão de assinaturas, contra a aprovação do PL 122 (do jeito que está) e contra o kit gay.

Depois de ter liderado este segundo protesto em Brasília, o Pastor Silas Malafaia deu voz a cerca de 40 milhões de evangélicos na grande mídia. Mostrou coragem, e deu a cara para bater. Desde o episódio da porta quebrada em uma Igreja Batista em Goiás, a mando de um juiz, que o Pastor Silas tem declarado que Deus o chamou para ser uma voz profética, para protestar contra a discriminação e ofensas ao pensamento do povo evangélico.

Quando o Pr. Silas erra, sou um dos primeiros a criticar, mas quando ela chama a si o foco da sociedade para protestar contra um Projeto que vai cercear o direito de liberdade de expressão, não só evangélica, mas de todos - declarando entre outras coisas que o texto do PL 122 é "um lixo" e desconhecido da sociedade - eu também sou um dos primeiros a reconhecer sua coragem e liderança.

Até há pouco éramos um grande rebanho sem voz. Estava cansado de ver pastores - grandes líderes de Igrejas - sem a coragem para dizer em um programa de TV o que os crentes pensam de verdade. Não gosto ouvir apenas sermões que nos contem longas histórias da Bíblia. Aprecio, e me alegro ao ver um Pastor brandindo seu "cajado" com coragem para livrar o rebanho dos "lobos" e a nação do facismo.

E como sempre acreditei, não é preciso ser um representante político para exercer pressões políticas. Isto já foi provado por Gandhi e Martin Luther King, jr e agora por Silas Malafaia. Deus abençoe.


Se você tirou fotos, quer publicar e divulgar seu nome: cruzue@gmail.com
fonte: olharcristao.blogspot.com

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Presidente Dilma manda cancelar entrega kit gay.

Por João Cruzué

A pedido da bancada evangélica, a Presidenta Dilma mandou cancelar a entrega do kit gay a 6.000 escolas no Brasil, porque achou seu conteúdo impróprio, mesmo tendo ouvido que foi "aprovado" pela Unesco. Seu argumento foi fatal: "Este tipo de literatura precisa passar primeiro por um amplo debate com a sociedade."

Isto não pode ser feito por debaixo dos panos, como já estavam fazendo, à revelia das famílias brasileiras que não foram consultadas. Basta perguntar à direção das escolas, para ver que cópias do kit já chegaram lá. Antes mesmo do MEC autorizar ou enviar. Esperteza.

Fizeram isto no Chile, no tempo de Michelle Bachelet.

Mas por enquanto isto não vai acontecer no Brasil. No jogo das forças democráticas, a bancada evangélica usou muito bem o momento para fazer pressão nomomento certo.

Se a Presidente tem mesmo interesse em melhorar o nível do ensino no Brasil, precisa mesmo preservar a escola de ideologismos. E se ela tiver mesmo pressa que tome uma decisão mais ousada: troque o Sr. Ministro Fernando Haddad, pois tem mostrado grande incompetência.

Fonte: olharcristao.blogspot.com

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Ministro Carlos Ayres Britto reinterpreta a contituição



Ministro Carlos Ayres Britto reinterpreta a Constituição.



João Cruzué

Reconheço que o Brasil, nem qualquer outra nação, deve ser cativa do poder religioso. A História tem mostrado que, sempre que uma religião se torna hegemônica, com o passar do tempo ela toma o lugar do próprio Deus e passa a olhar as como coisas. E isso não é "privilégio" das religiões, pois há outras ditaduras acontecendo neste exato momento: políticas, militares, econômicas, ambientais, imperiais e outras de mais variado espectro.

O poder da maioria, o poder quase absoluto, corrompe e produz mudanças.

O texto Constitucional no tocante à família não mudou uma palavra desde 1988. No entanto O STF mudou aforma de interpretar o artigo 226. Pelo menos esta é minha opinião depois do julgamento efetuado hoje pelos membros. A mesma coisa acontece com sua interpretação do artigo 1.723 do Código Civil, que diz " É reconhecida como entidade familiar a união estável entre o homem e a mulher, configurada na convivência pública, continua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição de família." E para mudar tanto um texto quanto outro, no meu modesto entender, é necessário , primeiro que se mude o texto Constitucional, não pela Corte mais alta, mas pelo legislativo - que foi atropelado.

"Ninguém perde. A sociedade não perde." O que Suas Excelências estão dizendo é um sofisma, pois há, sim, uma instituição perdedora.

Esta instituição é a Igreja. E por Igreja, aqui, não estou me referindo à Instituição criada por Jesus Cristo, a Pedra de esquina, a Rocha eterna, mas às associações religiosas conhecidas por Igrejas cristãs.

Como sou evangélico quero dizer as atitudes das Igrejas Evangélicas nos últimos 20 anos não têm sido motivo de orgulho para mim. É muita avareza; pouca evangelização e uma politicagem crescente. Um cargo político no Congresso hoje vale muito mais que uma alma perdida. Os púlpitos estão saturados de sermões bonitos. As estantes dos líderes, abarrotadas de Comentários Bíblicos, mas eles não produzem graça nem concedem unção. Como a Igreja de Laodiceia, há uma nudez espiritual emcoberta com finíssimos fios de OURO que só os "inteligentes" conseguem enxergar.

Voltando ao voto do Ministro Carlos Ayres Britto. Sua Excelência disse duas frases, no calor do seu voto, no mínimo questionáves. Disse ele:

" É tão proibido discriminar em relação ao sexo como à respectiva opção sexual"

"Pouco importa se a família é integrada por casais heterossexuais ou homoafetivos"

Na primeira frase está implícita a ideia de que toda opção sexual é aceitável e indiscriminável. Quais são as opções sexuais conhecidas além da mais comum? Resposta: Homossexualismo, pedofilia, necrofilia, bestialismo, sexo entre pai e filha, filho com mãe, etc. Sempre aparece "novidades".

Também vou registrar uma frase emblemática do constitucionalista Luís Roberto Barroso: "Impedir uma pessoa de colocar o seu afeto e a sua sexualidade onde está o seu desejo é aprisionar-lhe a alma. É impedir a pessoa de ser em sua plenitude"

Diante da fala de Suas Excelências eu temo, sinceramente, que muito em breve o combate à pedofilia também venha a ser considerado discriminação de oçpão sexual. Que pouco importa se um marmanjo de 50 anos OPTE por uma criança de 10, porque praticar esta discriminação seria "impedir a colocação de afeto e aprisionamento de alma." Sim, porque a discriminação sempre vai existir. O que hoje é discriminado e não aceito pela sociedade, amanhã poderá ser visto como MODERNIDADE!

Que alguém me critique se a exegese das duas frases estiver errada.


Fonte das frases: jornal Folha de São Paulo, caderno Cotidiano, página C8, de 05 de maio de 2011.
Foto: S.T.F.
Fonte: olharcristao.blogspot.com

quarta-feira, 20 de abril de 2011

PL 122 vai ser desarquivado pelo Senado até 18 de maio 2011

PASTOR SILAS MALAFAIA VAI FALAR

NO DIA 30 DE ABRIL 2011 SOBRE O DESARQUIVAMENTO DO PL 122/06






João Cruzué


Movimento GLBT Organiza Manifesto à causa gay no dia 18 de maio de 2011 em Brasília

A Senadora Marta Suplicy afirmou que vai usar seu mandato para defender a causa LGBT. É participante da Frente Parlamentar Mista pela Cidadania LGBT. Marta disse que tem o maior interesse em apresentar no Senado projetos favoráveis à população LGBT. Sua presença está confimada no VIII Seminário LGBT na Câmara no dia 17 de maio e participará da manifestação da II Marcha Nacional Contra a Homofobia no dia 18 de maio em Brasília.

Comentário: E um "monte" de crente votou nela. Inclusíve o apóstolo da Renascer...

Fonte e imagem: olharcristao.blogspot.com

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Massacre do Rio foi previsto cinco dias antes na Revista Veja





João Cruzué

Resolvi trazer uma análise contextualizada, três dias depois, do trágico atentado perpetrado por Wellington Menezes de Oliveira, na Escola Municipal Tasso da Silveira, no bairro de Realengo, Zona Oeste da Cidade do Rio de Janeiro, onde assassinou 10 garotas e 02 meninos com tiros de revólver, na cabeça e no peito, e depois se suicidou.

Como este blog trabalha principalmente com reportagens e assuntos religiosos, é dentro destes limites que estou fazendo minha análise. Como repórter não tenho o direito de esconder fatos ou manipular dados para agradar este ou aquele segmento religioso. Pelo lado religioso, a verdade tem que ser dita, inclusive, porque estamos diante de do primeiro atentado desse tipo no Brasil. Não a verdade religiosa, mas a verdade dos fatos, principalmente porque ainda não está evidente o motivo dos assassinatos, embora de um modo geral atos de loucura ou de terrorismo não precisem de motivação - a não ser a busca de publicidade.

O contexto desse atentado é ambíguo e alarmante. Se por um lado parece ter sido um ato isolado de um dia de fúria de um sujeito que poderia ter muitos parafusos soltos na mente, por outro, não podemos esquecer que a Revista Veja (edição 2211 - 06.04.11) publicou uma reportagem especial - com 09 páginas (pp. 88/96) , sobre a existência de extremistas islâmicos no Brasil. Foi a principal matéria de capa, textos do repórter Leonardo Coutinho e fotos de Manoel Marques. Nesta reportagem, pg. 90, no rodapé esquerdo está: "A ESCALADA DO MAL - em duas décadas, o avanço extremista no Brasil já cumpriu quatro estágios, segundo a Polícia Federal. O próximo passo pode ser a realização de atentados."

Cinco dias depois da revista sair às bancas (sábado e domingo), dia 07 de abril de 2011, um jovem, ligado ao islã há quase dois anos, irrompe em na Escola Estadual Tasso da Silveira, em Realengo, Zona Oeste do Rio, para matar 10 meninas, dois meninos, fere mais 14 pessoas, e antes de ser morto, comete o suicídio. Pode ser coincidência? Tudo indica que sim, mas há uma pequena dúvida no entendimento das autoridades, que desconfiam que haja algo oculto e desconhecido no caso. E este componente pode estar ligado ao terrorismo internacional.

O Brasil já é grande demais no contexto global para ficar fora das mazelas internacionais, ainda mais com o novo encaminhamento da política de relações exteriores, sob orientação Presidenta Dilma que mudou o viés de aproximação com certos líderes mal-vistos pela comunidade internacional.

Pode ser que nunca fique provado que ele fosse de fato um terrorista islâmico e que nenhum veículo da grande mídia possa escrever abertamente isso. Mas eu garanto que, informalmente, no meio dos radicais islâmicos, Wellington Menezes de Oliveira já é considerado o primeiro mártir islâmico a praticar um ato de terrorismo autêntico no Brasil. E também afirmo, com 100% de certeza, que esta tragédia acendeu um alerta vermeno na cabeça das autoridades brasileiras que vão cuidar da segurança de milhares de pessoas que virão para os dois eventos de máxima envergadura esportiva mundial: A Copa do mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.


A pergunta que faço é: a publicidade do terrorismo islâmico tratata como matéria principal na Revista Veja (edição 2211) da semana passada, acionou algum tipo de gatilho que deu origem ao primeiro massacre terrorista no Brasil ou foi apenas uma grande coincidência? Difícil dizer, mas sou levado pela intuição a crer que há alguma ligação com a primeira hipótese.



Nota: A comunidade "árabe" e a Igreja Islâmica no Brasil, não têm nada a ver com terrorismo de extremistas islâmicos, assim como as Testemunhas de Jeová nada têm do que se envergonhar, pois nunca estiveram associados ao fomento do terrorismo em qualquer parte do mundo. Ponto.

imagem: Revista Veja

segunda-feira, 28 de março de 2011

PLC 122/06 - Texto na integra




Redação Final PLC 122/06

projeto de lei nº 5.003-b, de 2001



Altera a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor, dá nova redação ao § 3º do art. 140 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, e ao art. 5° da Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, e dá outras providências.

O CONGRESSO NACIONAL decreta:

Art. 1º Esta Lei altera a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, e a Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, definindo os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero.

Art. 2º A ementa da Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, passa a vigorar com a seguinte redação:

"Define os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero."(NR)

Art. 3º O caput do art. 1º da Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, passa a vigorar com a seguinte redação:

"Art. 1º Serão punidos, na forma desta Lei, os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero."(NR)

Art. 4º A Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, passa a vigorar acrescida do seguinte art. 4º-A:

"Art. 4º-A Praticar o empregador ou seu preposto atos de dispensa direta ou indireta:

Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos."

Art. 5º Os arts. 5º, 6º e 7° da Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, passam a vigorar com a seguinte redação:

"Art. 5º Impedir, recusar ou proibir o ingresso ou a permanência em qualquer ambiente ou estabelecimento público ou privado, aberto ao público:

Pena: reclusão de 1 (um) a 3 (três) anos."(NR)

"Art. 6º Recusar, negar, impedir, preterir, prejudicar, retardar ou excluir, em qualquer sistema de seleção educacional, recrutamento ou promoção funcional ou profissional:

Pena – reclusão de 3 (três) a 5 (cinco) anos.

Parágrafo único. (Revogado)."(NR)

"Art. 7º Sobretaxar, recusar, preterir ou impedir a hospedagem em hotéis, motéis, pensões ou similares:

Pena – reclusão de 3 (três) a 5 (cinco) anos."(NR)

Art. 6º A Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, passa a vigorar acrescida do seguinte art. 7º-A:

"Art. 7º-A Sobretaxar, recusar, preterir ou impedir a locação, a compra, a aquisição, o arrendamento ou o empréstimo de bens móveis ou imóveis de qualquer finalidade:

Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos."

Art. 7º A Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, passa a vigorar acrescida dos seguintes art. 8º-A e 8º-B:

"Art. 8º-A Impedir ou restringir a expressão e a manifestação de afetividade em locais públicos ou privados abertos ao público, em virtude das características previstas no art. 1º desta Lei:

Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos."

"Art. 8º-B Proibir a livre expressão e manifestação de afetividade do cidadão homossexual, bissexual ou transgênero, sendo estas expressões e manifestações permitidas aos demais cidadãos ou cidadãs:

Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos."

Art. 8º Os arts. 16 e 20 da Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, passam a vigorar com a seguinte redação:

"Art. 16. Constituem efeito da condenação:

I – a perda do cargo ou função pública, para o servidor público;

II – inabilitação para contratos com órgãos da administração pública direta, indireta ou fundacional;

III – proibição de acesso a créditos concedidos pelo poder público e suas instituições financeiras ou a programas de incentivo ao desenvolvimento por estes instituídos ou mantidos;

IV – vedação de isenções, remissões, anistias ou quaisquer benefícios de natureza tributária;

V – multa de até 10.000 (dez mil) UFIRs, podendo ser multiplicada em até 10 (dez) vezes em caso de reincidência, levando-se em conta a capacidade financeira do infrator;

VI – suspensão do funcionamento dos estabelecimentos por prazo não superior a 3 (três) meses.

§ 1º Os recursos provenientes das multas estabelecidas por esta Lei serão destinados para campanhas educativas contra a discriminação.

§ 2º Quando o ato ilícito for praticado por contratado, concessionário, permissionário da administração pública, além das responsabilidades individuais, será acrescida a pena de rescisão do instrumento contratual, do convênio ou da permissão.

§ 3º Em qualquer caso, o prazo de inabilitação será de 12 (doze) meses contados da data da aplicação da sanção.

§ 4º As informações cadastrais e as referências invocadas como justificadoras da discriminação serão sempre acessíveis a todos aqueles que se sujeitarem a processo seletivo, no que se refere à sua participação."(NR)

"Art. 20. Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero:

§ 5º O disposto neste artigo envolve a prática de qualquer tipo de ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica."(NR)

Art. 9º A Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, passa a vigorar acrescida dos seguintes arts. 20-A e 20-B:

"Art. 20-A. A prática dos atos discriminatórios a que se refere esta Lei será apurada em processo administrativo e penal, que terá início mediante:

I – reclamação do ofendido ou ofendida;

II – ato ou ofício de autoridade competente;

III – comunicado de organizações não governamentais de defesa da cidadania e direitos humanos."

"Art. 20-B. A interpretação dos dispositivos desta Lei e de todos os instrumentos normativos de proteção dos direitos de igualdade, de oportunidade e de tratamento atenderá ao princípio da mais ampla proteção dos direitos humanos.

§ 1º Nesse intuito, serão observadas, além dos princípios e direitos previstos nesta Lei, todas as disposições decorrentes de tratados ou convenções internacionais das quais o Brasil seja signatário, da legislação interna e das disposições administrativas.

§ 2º Para fins de interpretação e aplicação desta Lei, serão observadas, sempre que mais benéficas em favor da luta antidiscriminatória, as diretrizes traçadas pelas Cortes Internacionais de Direitos Humanos, devidamente reconhecidas pelo Brasil."

Art. 10. O § 3º do art. 140 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, passa a vigorar com a seguinte redação:

"Art. 140.

§ 3º Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes à raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero, ou a condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência:

Pena: reclusão de 1 (um) a 3 (três) anos e multa."(NR)

Art. 11. O art. 5º da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, passa a vigorar acrescido do seguinte parágrafo único:

"Art. 5º

Parágrafo único. Fica proibida a adoção de qualquer prática discriminatória e limitativa para efeito de acesso a relação de emprego, ou sua manutenção, por motivo de sexo, orientação sexual e identidade de gênero, origem, raça, cor, estado civil, situação familiar ou idade, ressalvadas, neste caso, as hipóteses de proteção ao menor previstas no inciso XXXIII do caput do art. 7º da Constituição Federal."(NR)

Art. 12. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Sala das Sessões, em 23 de novembro de 2006.

Relator

segunda-feira, 14 de março de 2011

O que vem junto com a aprovação do PLC 122/06



Pastor Uribe, esposa e Filha.



João Cruzué

Em 19 de maio de 2009, dois anos atrás, o Blog Olhar Cristão publicou uma tradução da carta aberta aos chilenos, do Pastor Hector Muñoz Uribe de Concepción/Chile, sobre a introdução do Manual de Homoafetividade ("kit gay") nas escolas do Chile, patrocinados pelo Ministério da Educação. A mesma coisa está para acontecer no Brasil, a julgar pelo empenho da senadora Marta Suplicy - que foi eleita, com certeza, com muitos votos de eleitores evangélicos - hoje em FALTA com o Senhor.

Se a PL 122 passar no congresso, eu duvido que algum parlamentar evangélico, que vem apoiando este governo desde as eleições, conseguirá ser re-eleito. As razões que me levam a publicar este tipo de assunto, nada tem a ver com os homossexuais, que se mostram mais unidos e mais conscientes de uma causa não cristã do que crentes (que votam mal), pastores (indiferentes), Bispos (avarentos) e parlamentares crente que pisam na Bíblia. Estou publicando para ressuscitar uma consciência cristã adormecida, morna e descuidada. Não quero estar em falta com Deus, quando Ele for cobrar dos pais e avós a perda de espiritualidade de suas crianças e adolescentes. O que faço, não outra coisa senão, expressar minha opinião de cristão que ainda considera a Bíblia Sagrada como nosso referencial de fé e práticas cristãs.

Vou republicar nossa postagem de 19/05/2009, porque as famílias cristãs brasileiras correm o risco de ser surpreendidas, com a chegada de um manual de homossexualismo, pela mão de seus filhos e netos; distribuído pela professora com patrocínio e ordens expresas do Ministério da Educação.



"VOCÊ VAI PERMITIR?"
(¿Usted lo permitirá?)

Pastor Hector Muñoz Uribe - Concepción/Chile

Tradução de João Cruzué

"O que você diria se um homossexual entregasse a "teu" filho de oito anos um “manual” para convencê-lo de que suas condutas [homossexuais] são inteiramente normais? Que diria você se esse “manual” lhe inculcara que as condutas homossexuais não são aceitas por culpa da Igreja e da moral cristã que você tem ensinado?

Que diria você, se soubesse que esse “manual” vem acompanhado de um cursos, que inclui algumas “tarefas” como fazer um convite para um homossexual vir a sala de aula para que explique suas próprias experiências, ou pior ainda, efetuar visitas a organizações de homossexuais, onde se lhe explicará com todos os detalhes como se deve “assumir” a homossexualidade?

E, que diria você se o Ministério da Educação (do Chile) outorgasse um respaldo oficial a este “manual” dando-lhe boas vindas, como acaba de fazê-lo a chefe do Departamento de Educação Extracurricular do Ministério de Educação, Magdalena Garretón: “São muito bem-vindos os materiais para ensinar sobre este tema” (publicado no Jornal El Mercúrio em 28 de abril de 2009) ainda que o MEC – Chileno não o respalde?

Tal situação não é uma mera possibilidade. Ao contrário, é muito provável que seu filho deva estudar o manual “Educando na diversidade, orientação sexual e identidade de gênero” editado pelo “Movimiento de liberación homossexual [do Chile] e financiado pelo governo socialista de Extremadura (Comunidade Autônoma da Espanha, cuja Capital é Mérida) e pelo “Movimiento homosexual Triángulo”, também da Espanha.

Esse “manual” se destina, em uma primeira edição, a 250 colégios da Região Metropolitana de Santiago para crianças desde a 7ª séria do ensino fundamental até o 4º ano do ensino médio, além de oferecê-lo gratuitamente em página da WEB.

Seu objetivo é acostumar aos meninos, e entre eles pode estar “teu” filho, com as condutas homossexuais, acabar com qualquer objeção de consciência a essas condutas e, por último, a quem já tenha sido pervertido por suas diretrizes, a “sair do armário” publicamente. Ou seja, uma apologia da homossexualidade.

Mas este "manual" não fica apenas na teoria. Explica também a meninos e meninas que em seu "processo de auto-conhecimento" se deve destruir a "homo-transfobia-interiorizada", acabar com o recato e a vergonha sobre sua orientação sexual ou identidade de gênero.

Em poucas palavras, isto significa que os ativistas homossexuais trataram de convencer a muitos meninos, que se encontram em uma fase de amadurecimento incipiente, de que são homossexuais sem sabê-lo, e que mais adiante se devem comportar como tais.

Posteriormente lhes mostra, nesse processo de "auto-conhecimento", que poderão ter experiências "de intimidade com pares homossexuais ou transexuais e, finalmente, lhes recomenda, a "saída do armário", ou seja, que proclamem sem vergonha sua condição homossexual.

Segundo o "manual", a principal culpada da discriminação aos homossexuais é a influência do cristianismo. Uma das religiões que consideram a homossexualidade com um pecado que atenta contra a moral e os bons costumes.

O "manual" explica aos meninos que "o pecado é um conceito religioso que somente se baseia na Bíblia, em texto "não conclusivo".

A consequência é que "teu" filho, na medida que se deixe induzir por ativistas homossexuais, se convencerá da "normalidade" de tais condutas, e terminará inevitavelmente rechaçando qualquer influência moral da religião, por crer que esta é a causadora de todas as discriminações.

Toda esta incitação à imoralidade e instigação à apostasia da moral cristã está sendo financiada pela Junta de Extremadura do PSOE (partido político da Espanha) e pela fundação espanhola "Triángulo" de lésbicas e homossexuais para impor sobre o Chile o que hoje já é lei na Espanha: as uniões civis homossexuais e a adção de crianças por parte desses "casais".

Mas o objetivo do Movimento de honossexuais (Movilh) é que o Ministério da Educação - 0 do Chile - incorpore o manual para lhe dar uma distribuição nacional. Segundo eles, o Movilh com esta publicação está "fazendo as vezes" do MEC-Chileno.

Afirma o "Movilh" que há jovens que estão solicitando sua publicação em todas as nas províncias chilenas (de Arica a Punta Arenas) sem embargo, uma política educação sexual para estudantes via Ministério da Educação ( CNN Chile, 18 de abril, 2009)

Isto é uma clara pressão para que o Governo do Chile "encampe" este manual como um texto educativo para todo o país. Tal eventualidade é bem provável, uma vez que o grande financiador das atividades do "Movilh" é precisamente o governo do Chile.

Ademais, o próprio Ministério de Educação do Chile há deu as "boas-vindas" a este péssimo manual e no passado recomendou um livro de conteúdo muito semelhange que aconselhava aos meninos: "Faça contato com alguma pessoa homossexual que você conheça". Se puder, convide-a para conversar em seu curso no colégio" (Cambiando de Piel" - edição "La morada" 1997)

Pense um pouco em "teu" filho, ou em "tua" netinha. Pense na pressão do ambiente desse curso, nas burlas e sanções, se se obstina em considerar que as condutas homossexuais são "intrisicamente desordenadas" ou simplesmente, um pecado, como sempre tem ensinado a Igreja cristã.

Resistirá?

Este "manual" é uma clara incitação à apostasia da moral cristã e da fé, e um curso de perversão sexual para as crianças; para seu filho e para sua filha e faz parte de uma campanha para descristianizar o Chile desde suas próprias raízes.

E não pense que se você os matricular em um colégio cristão estarão a salvo desta influência. O "manual" foi redigido graças a uma "experiência piloto" realizada em vários colégios, entre os quais, o "Alma Matar" e o "Monsenhor Enrique Alvear", que dizem ter uma orientação católica.

É necessário e urgente exercer uma presão sobre o Ministério da Educação para impedir que aqueles que pretendem dar um respaldo oficial a este "manual" tenham êxito. Se a Ministra da Educação não vir, de parte dos pais de família uma forte reação conrtra esta campanha de pervertimento de nostros filhos, poderá por ceder diante das pressões do movimento dos homossexuais.

As declarações de boas-vindas da chefe do departamento de Educação Estracurricular do Ministério da Educação Chileno, Magdalena Garretón, a este material, são um claro indício de que se pretende aprovar oficialmente esta publicação.

Por esta razão, é urgente que você faça chegar agora mesmo seu protesto a Senhora Ministra e re-envie este email a todos seus conhecidos. Envie agora mesmo seu protesto. Emails e cartas o mais que puder. Que o Chile se informe da verdadeira realidade."

Email recebido do Pastor Hector Muñoz por João Cruzué - olharcristao.blogspot.com


Veja o original do texto aqui: Blog Mirar Cristiano

sexta-feira, 11 de março de 2011

Jesus e as mulheres





"COM AS MULHERES"

Autor: Paulo Brabo


"–Está vendo essa mulher?

Eu entrei na sua casa e você não me ofereceu

água para lavar os pés.

Ela, no entanto, lavou meus pés com lágrimas,

e enxugou-os com os seus cabelos.

Você não me cumprimentou com um beijo,

mas ela, desde que entrou,

não parou de beijar-me os pés.

Você não me derramou óleo sobre a cabeça,

mas ela passou essência perfumada nos meus pés."

Lucas 7:44-46

"A distância cultural nos impedirá para sempre de apreender a extensão da sua influência e a absoluta novidade da sua postura, mas é certo que nenhuma outra figura masculina da antiguidade oriental – seja no domínio da realidade ou da ficção – sentiu-se mais à vontade entre as mulheres do que o Jesus dos evangelhos. Nenhum outro personagem do seu tempo, e talvez de tempo algum, fez mais para corrigir a distorção das lentes culturais através das quais a imagem da mulher era interpretada – e em muitos sentidos permanece sendo.

A singularidade de Jesus nesse aspecto não é menos do que tremenda. Acho notável ao ponto do milagroso que as posturas de Jesus diante das mulheres, conforme descritas nos evangelhos, não tenham sido censuradas posteriormente por homens menos preparados do que ele para abraçá-las.

É preciso lembrar o óbvio, que não faz cem anos que as mulheres alcançaram status social igualitário no ocidente, o que os evangelhos descrevem que ocorreu há dois mil.

Numa época em que um marido não deveria se dirigir à própria esposa em lugar público, e que homem algum deveria trocar palavra com uma mulher desconhecida (em ambos os casos para proteger a sua honra, não a dela), o rabi de Nazaré buscava a companhia amistosa de mulheres, puxava conversava com elas, tratava-as com admiração e naturalidade, interessava-se sem demagogia pelos seus interesses, deixava que tocassem publicamente o seu corpo e o seu coração.

O Filho do Homem não se constrangia em ser sustentado por mulheres, não virava o rosto à possibilidade de ser acarinhado por elas, não hesitava em recorrer a imagens que diziam respeito ao seu dia-a-dia, não sonegava histórias em que mulheres eram (muito subversivamente, na ótica do seu tempo) exemplo de humanidade, de integridade, de engenhosidade e de virtude.

Falamos de um tempo, num certo sentido não muito distante, em que os homens que não denegriam abertamente a imagem da mulher soterravam-na por completo debaixo de idealizações simplistas. Dependendo de quem estivesse falando, a mulher era vista como incômodo necessário, como homem imperfeito, como criança, como objeto mecânico de desejo, como objeto idealizado de poesia, como animal fraco e sensual; figura às vezes inocente, às vezes desejável, normalmente imprevisível, normalmente indigna de confiança e invariavelmente inferior.

Contra esse cenário, o rabi de Nazaré resgatou uma mulher adúltera das garras da justiça e da morte sem recorrer ao que seria o mais fácil e popular dos argumentos antes e depois dele, o que afirma que a mulher é criatura de mente obtusa e vontade fraca, particularmente suscetível às sensualidades da carne. Em um único golpe eficaz ele transferiu a culpa da mulher acuada para seus acusadores, todos eles homens, emblemas de poder e desenvoltura, até serem publicamente dissolvidos pela mão de Jesus. A vítima, transgressora, foi ao mesmo tempo salva da condenação e tratada, talvez pela primeira vez, como um ser humano independente e responsável (João 8:1-11).

Aqui estava um homem que, irresistivelmente, olhava para as mulheres sem rebaixar-se a preconceitos ou recorrer a idealizações. Jesus lia as mulheres como seres humanos, e foram necessários séculos para que o mundo arriscasse repetir a sua ousadia. Ainda hoje, transcorridos milênios ineficazes, não há homem que esteja imune a ler a mulher através de estereótipos novos e velhos; ainda somos tentados a enxergar o homem incompleto, a flor de pureza, a criança sem rédea. Mas ali, nas esquinas empoeiradas de um canto do mundo, as estruturas do mundo social haviam sido abaladas para sempre.

Para mim não há evidência maior de que o espírito subversivo de Jesus permaneceu vivo nos primeiros discípulos, logo após a ressurreição, do que a descrição da comunidade de seguidores em Atos 1:14: “Todos estes [homens] perseveravam unanimemente em oração, com as mulheres, e Maria, mãe de Jesus, e com os irmãos dele”.

Este com as mulheres me pega desprevenido todas as vezes, tanto pela sua necessidade quanto pelo impensável que representava no seu tempo. Em retrospecto é difícil avaliar o quanto está sendo efetivamente dito aqui, mas é preciso lembrar constantemente que naquela cultura as esferas de atividade de homens e mulheres eram divididas ao ponto do incompatível. Essa fenda corria de uma ponta à outra o tecido da sociedade, mas seu ponto nevrálgico talvez residisse na esfera religiosa, na qual era preciso ser homem para ter participação eficaz – isto é, para ter acesso verdadeiro e relevante à divindade.

Na visão de mundo vigente, homens e mulheres habitavam espaços separados no universo; essa incompatibilidade era espelhada na sociedade e prontamente celebrada através de espaços diferenciados de adoração. Tanto o Templo quanto as sinagogas tinham áreas separadas para homens e mulheres, e os recintos reservados para os homens ficavam invariavelmente mais próximos de Deus. Era uma sociedade em que não ocorreria a ninguém colocar homens e mulheres compartilhando voluntariamente de um mesmo espaço, muito menos um espaço religioso.

Agora que Jesus havia subido ao céu e os homens de branco haviam dito que mantivessem os olhos fixos na terra, os discípulos viram-se diante de um problema e de um embaraço. Jesus, o amigo das mulheres, havia partido, mas as mulheres haviam ficado. Deveriam eles, homens de respeito e maridos de boa fama, retornar ao antigo e unânime padrão social, devolvendo as mulheres ao seu devido lugar? Agora que Jesus não estava mais ali para efetuar a sua mágica, não seria inevitável que restabelecessem a fenda social que ele havia coberto temporariamente? Quando a multidão de seguidores retornasse a Jerusalém (onde Jesus dissera que aguardassem) deveriam o grupo de discípulos e o de discípulas “perseverar unanimemente” em recintos separados?

Escolher o contrário, escolher o abraço comunitário e a convivência santa nos padrões inaugurados por Jesus, seria nadar contra a corrente de todas as instituições sociais em efeito no seu tempo. Um observador só encontraria um modo razoável de interpretar uma reunião voluntária e regular entre homens e mulheres: como ocasião para licenciosidade. Foi efetivamente dessa maneira que as reuniões cristãs “de amor” foram interpretadas por seus antagonistas ao longo de seus primeiros séculos. Tinham que ser desculpas para sexo – porque, que mais poderia um homem querer fazer com uma mulher?

A momentosa decisão encapsulada nesse único verso demorou a encontrar compreensão e aceitação, tanto dentro quanto fora do grupo. Escolhendo reunir-se regularmente no mesmo recinto, tanto homens quanto mulheres abriram voluntariamente mão da ficção da “boa fama” em troca da generosidade, da inclusão e da convivência. Escolhendo sentar-se de modo criativo ao lado de um Outro com quem não criam ter nada em comum, romperam um véu ancestral e convidaram o mundo a explorar um universo de possibilidades inimaginadas. Nos dois casos, seguiam o desafio formidável deixado pelo exemplo de Jesus".

Fonte. Bacia das Almas - Paulo Bravo

olharcristao.blogspot.com

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Marta Suplicy quer desarquivar PLC 122/06 - Cuidado Igreja do Senhor!





Marta Suplicy quer desarquivar proposta que torna crime a homofobia
[senadora Marta Suplicy (PT-SP) (Foto: Cristina Gallo / Arquivo SF)]

A senadora Marta Suplicy (PT-SP), eleita 1ª vice-presidente do Senado, afirmou nesta quarta-feira (2), em entrevista logo após a reabertura dos trabalhos da 54ª Legislatura, que pretende desarquivar o projeto de lei da Câmara (PLC 122/06), que torna crime a homofobia. A proposta foi ao arquivo no final da 53ª legislatura e para voltar a tramitar depende da assinatura de 27 senadores ou um terço dos parlamentares.

Marta recordou que, desde o período em que deixou o Legislativo, há dez anos quando foi deputada federal, essa e outras causas de mesma natureza teriam sofrido um retrocesso no Parlamento brasileiro, ao contrário do que ocorreria no Poder Judiciário. Para a senadora, questões como casamento civil entre pessoas do mesmo gênero e adoção por casais gays têm sido debatidas mais frequentemente pelo Judiciário.

- O Congresso Nacional está atrasado. O Legislativo não progrediu, se apequenou diante das demandas da sociedade civil - opinou.

Marta mencionou acontecimentos recentes em São Paulo, capital, onde gays foram vítimas de agressões físicas, especialmente na Avenida Paulista. A senadora comparou a capital paulista com Buenos Aires, capital argentina, que, no passado, segundo ela, teria sido homofóbica, mas atualmente não só realiza casamento civil entre homossexuais, como é conhecida por ser uma capital "gay friendly" (receptiva aos gays) e, com isso, captando turismo gay.

Ela declarou, porém, que sendo uma nova senadora, ainda não conhece no Senado e na Câmara quem é favorável e aqueles que são contrários ao PLC 122/06. E disse que somente após tomar pé da situação buscará adeptos para conseguir recolocar a proposta em tramitação e criar estratégias para conversar com os opositores "de forma calma, sem ser raivosa", disse a senadora, colocando-se em defesa dos grupos LGBTs.
Cristina Vidigal / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)