domingo, 29 de setembro de 2013

Jornalista da Época Guilherme Fiuza é mais um que 'sai do armário' e detona a DITADURA GAY!





Jornalista da Época Guilherme Fiuza

A causa gay, como todo mundo sabe, virou um grande mercado – comercial e eleitoral. Hoje, qualquer político, empresário ou vendedor de qualquer coisa tem orgulho gay desde criancinha. Se você quer parecer legal perante o seu grupo ou o seu público, defenda o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Você ganhará imediatamente a aura do libertário, do justiceiro moderno. Você é do bem. Em nome dessa bondade de resultados, o Brasil acaba de assistir a um dos atos mais autoritários dos últimos tempos. Se é que o Brasil notou o fato, em meio aos confetes e serpentinas do proselitismo pan-sexual.

Conselho Nacional de Justiça decidiu obrigar os cartórios brasileiros a celebrar o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Tudo ótimo, viva a liberdade de escolha, que cada um case com quem quiser e se separe de quem não quiser mais. O problema é que a bondade do CNJ é ilegal. Trata-se de um órgão administrativo, sem poder de legislar – e o casamento, como qualquer direito civil, é uma instituição fundada em lei. O CNJ não tem direito de criar leis, mas tem Joaquim Barbosa.

Joaquim Barbosa – presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça – é o super-herói social. Homem do povo, representante de minoria, que chegou ao topo do Estado para “dizer as verdades que as pessoas comuns querem dizer”. O Brasil é assim, uma mistura de novela com jogo de futebol. Se o sujeito está no papel do mocinho, ou vestindo a camisa do time certo, ele pode tudo. No grito.

Justiceiro, Joaquim liberou o casamento gay na marra e correu para o abraço. Viva o herói progressista! Se a decisão de proveta for mantida, o jeito será rezar para que o CNJ seja sempre bonzinho, e não acorde um dia mal-humorado, com vontade de inventar uma lei que proíba jornalistas de criticarem suas decisões. Se “o que o povo quer” pode ser feito no grito, o que o povo não quiser também pode. O Brasil já cansou de apanhar do autoritarismo, mas não aprende.

E lá vai Joaquim, o redentor, fazendo justiça com as próprias cordas vocais. Numa palestra para estudantes de Direito, declara que os partidos políticos brasileiros são “de mentirinha”. Uma declaração absolutamente irresponsável para a autoridade máxima do Poder Judiciário, que a platéia progressista aplaude ruidosamente. Se os partidos não cumprem programas e idéias claras, raciocinam os bonzinhos, pedrada neles. Por que então não dizer também que o Brasil tem uma Justiça de mentirinha? Juízes despreparados, omissos e corruptos é que não faltam. Quantos políticos criminosos militam tranquilamente nos partidos “de mentirinha” porque a Justiça não fez o seu papel?

A democracia representativa é baseada em partidos políticos, que com todas as suas perversões – e são muitas – garantem o seu funcionamento. E também legitimam a ação de pessoas sérias que cumprem programas e idéias, pois se fosse tudo de mentira, um chavista mais esperto já teria mandado embrulhar o pacote todo para presente, com Joaquim e tudo.

A resolução do CNJ sobre o casamento entre homossexuais é uma aberração, um atropelo às instituições pelo arrastão politicamente correto. A defesa da causa gay está ultrapassando a importante conquista de direitos civis para virar circo, explorado pelos espertos. Um jogador de basquete americano anuncia que é homossexual e isso se torna um espetáculo mundial, um frisson planetário. Como assim? A esta altura? A relação estável entre parceiros do mesmo sexo já não é aceita na maior parte do Ocidente? Por que então a decisão do jogador é uma bomba?

Simples: a panfletagem pró-gays virou um tiro certo. O presidente dos Estados Unidos, por exemplo, dá declarações solenes até sobre a opção sexual dos escoteiros. Talvez um dia os gays percebam que foram usados demagogicamente, por um presidente com sustentação política precária que quer se safar como herói canastrão das minorias.

Ser gay não é orgulho nem vergonha, não é ideologia nem espetáculo, não é chique nem brega. Não é revanche. Não é moderno. Não é moda. É apenas humano.

A luta contra o preconceito precisa ser urgentemente tirada das mãos dos mercadores da bondade. Eles semeiam, sorridentes, a intolerância e o autoritarismo. Já para o armário!

sábado, 21 de setembro de 2013

STF decide por novo julgamento de mensaleiros

MINISTROS DO STF QUE VOTARAM PELO NOVO JULGAMENTO DOS MENSALEIROS.


Por Reinaldo da Silva

Um duro golpe para a nação.
Amigos leitores é lamentável, mas aconteceu de novo de o STF decepcionar, em decisão na última quarta feira 18, ficou decidido que os mensaleiros terão novo julgamento.

O STF é a última instancia do judiciário no Brasil e é também (ou deveria ser) o guardião da Constituição Federal.

Veja nas fotos acima os ministros que votaram pelo novo julgamento do Mensalão, o mensalão  que foi e é um dos maiores escândalos de corrupção, segundo denuncia provada e comprovada um esquema de corrupção na qual parlamentares recebiam dinheiro para apoiar o governo do até então Presidente Lula.

Eu lamento muito pois o STF era uma instituição na qual muitos brasileiros tinham  elevada estima, entretanto devido a essa decisão da corte, vimos nas redes sociais uma grande insatisfação dos internautas.

Não quero dizer que o fato de os ministros que votaram pelo novo julgamento, votaram por alguma dívida de consciência por alguém que os indicou mil vezes não! mas SIM que o colegiado do STF deveria ser indicado não pelo Presidente(a) da República, mas sim serem desembargadores eleitos por voto secreto, direto e majoritário por seus pares.

 Sou à favor de mudanças no Judiciário, assim como no Executivo e Legislativo. O Brasil está como um trem desgovernado, onde o manual está desconfigurado e onde ele está certo os maquinistas não seguem as instruções.

Deus ilumine nossos magistrados, Deus há de julgar os magistrados e os não magistrados também  naquele dia, e todos verão que  não há erro algum no julgamento feito pelo Juiz de toda Terra. 

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Programa Nacional dos Direitos Humanos mais uma vergonha que devemos combater.



No final do ano passado mas precisamente em dezembro. Já próximo das festas e das ferias do congresso, o Governo Federal do resolveu fazer mais uma violência as leis do país, em mais um gesto de desrespeito a nação fez um decreto abominável, é algo que o país em sua maioria ficou pasmo com a audácia. Trata-se do 3º Programa Nacional de Direitos Humanos DECRETO Nº 7.037, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2009 DE 21/12/2009. com apoio do Exmo Sr Ministro Paulo Vannuchi.


Ficou claro isto ser uma lei arrogante e ditatorial.
Em primeiro lugar das polêmicas, o Plano Nacional de Desenvolvimento Humano traz a cena novamente tal Comissão da Verdade, com o suposto objetivo de investigar e trazer à tona crimes cometidos no regime militar.

Até ai nada demais que se puna os criminosos, que se traga justiça ao sangue derramado.

Nas décadas de 60 e 70, foram cometidos excessos por parte de todos os lados envolvidos. Graças a Deus, superamos esses tempos difíceis e retomaros nossa normalidade institucional, tendo como marco a Lei de Anistia de 1979. Qualquer tentativa de reformá-la representará um sério risco a todo esse processo.


Mas o Programa Nacional de Desenvolvimento Humano não se esgota aí. Suas diretrizes abrem uma série de temas que, de uma forma geral, trouxe incômodos aos mais variados setores da sociedade nacional.

É na questão da liberdade de imprensa fundamental a qualquer regime de governo verdadeiramente democrático. Ao ressuscitar a criação de uma comissão para monitorar o conteúdo de empresas de comunicação, Ora amigos temos liberdade para expormos nosso pensamento, em nossos jornais, revistas, sites, blogs. Com esta "comissão da verdade" isso pode gerar no amanhã brechas para uma verdadeira ditadura como na Venezuela terra do "companheiro" Chaves.


O Programa investe também, sem constrangimentos, contra a liberdade de manifestação religiosa, ao vedar a presença de qualquer símbolo religioso em repartições públicas ex: biblioteca, escolas, creches, mercado público etc., . Quer-se, assim, impor um desnecessário constrangimento ao exercício da liberdade religiosa do povo brasileiro, não se sabe por que motivo. somos uma nação na sua maioria cristã o que há de errado em se colocar uma frase biblica?



Outro ponto polemico está na parte que fala dà questão fundiária. Com toda a razão, certas facilidades aos invasores de terra neste decreto, notadamente ao contestar, entre outros, o mecanismo que dá mais direitos a quem invade, retirando o direito de posse.

Defendo a reforma agrária NÃO invasão.Invasão é uma coisa, reforma agrária é outra!


O Programa propõe também a criação de um imposto sobre grandes fortunas. Ora já pagamos uma das maiores taxas de impostos do mundo criar mais um, tenha paciência!

Amigos leitores tenho o dever de alertar sobre este risco que estamos correndo, proteste reclame, exija de seu senador e deputado medidas concretas.

Temos o PLC 122/06, que tem causado tantos transtornos e discussões, que é em essência incostitucional e imoral se aprovado graves danos a nação, este decreto também é muito perigoso.

Diga NÃO ao DECRETO Nº 7.037, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2009 – DE 21/12/2009

Imagem:veja.abril.com.br
vanguardapopular.com.br

Homossexual processa editoras de Biblias por versiculos contra o homossexualismo





Mais evidencia da arrogancia de uma possivel ditadura gay:

Homossexual processa editoras de Bíblias por causa de versículos bíblicos contra o homossexualismo

Peter J. Smith

NASHVILLE, Tennessee, EUA, julho de 2008 (LifeSiteNews.com) — Um homem homossexual perturbado com versículos da Bíblia que condenam o homossexualismo como pecado decidiu — em vez de processar Deus ou exigir indenização do Espírito Santo — perseguir duas editoras cristãs por suas versões da Bíblia, as quais ele diz violam seus direitos constitucionais e lhe causam sofrimento emocional e instabilidade mental.

Bradley LaShawn Fowler de Canton, Michigan, entrou com uma ação num tribunal regional de Michigan em 7 de julho contra a Editora Zondervan buscando uma indenização de 60 milhões de dólares. Fowler também entrou com outra ação no começo de junho buscando uma indenização de 10 milhões de dólares da Editora Thomas Nelson, com sede em Nashville, Tennessee.

Fowler está representando a si mesmo em ambos os casos. O juiz Julian Abele Cook Jr. negou-se a aceitar o pedido de Fowler para que um advogado nomeado pelo tribunal o representasse no caso da Thomas Nelson, dizendo: “O tribunal tem algumas preocupações legítimas acerca da natureza e eficácia dessas queixas”.

Fowler, de 39 anos, culpa as referências ao homossexualismo como pecado na Bíblia da Zondervan por seu relacionamento precário com sua família, seus próprios períodos de “desmoralização, caos e confusão”, e até mesmo a morte do homossexual Matthew Shepard. Shepard foi brutalmente assassinado em 1998 num crime que foi amplamente noticiado como sendo motivado pela homossexualidade de Shepard, embora uma notícia da rede ABC em 2004 tenha mostrado evidência contrária a essa alegação.

Fowler disse que ele foi criado com uma educação religiosa que ensinou a ele que a homossexualidade é um estilo de vida de pecado.

“É por isso que fiquei completamente perturbado depois de descobrir que o termo homossexual foi adicionado à bíblia em 1982, e então removido em 1994 sem consideração alguma às muitas vítimas que cometeram suicídio ou foram assassinadas por causa de sua preferência sexual de homossexualidade”, escreveu ele em seu blog “Bradley-Almighty” [Bradley-Todopoderoso].

Ele continua: “Lamentavelmente, porém, a editora que iniciou a guerra mental contra os homossexuais jamais tentou pedir perdão a Matthew Shepard ou a ninguém mais que perdeu a vida, por causa de suas tendências maliciosas e rigorosas”.

Fowler diz que as editoras de Bíblias são parte de uma vasta conspiração que planeja documentos sagrados para fazer com que “eu e outros que são homossexuais soframos abusos verbais, discriminação, episódios de ódio e violência física, inclusive assassinatos”.

Fowler diz que ele está muitíssimo descontente porque a Editora Zondervan usa a palavra “homossexual” em vez de utilizar outras palavras que indicam a mesma coisa. Em seus blog, Fowler explica que na edição de 1964 da Bíblia, a palavra usada em 1 Coríntios 6, versículo 9, era “efeminados”, onde a passagem dizia:

Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas… (1Co 6:9-10)

Na edição de 1982 a palavra “efeminados” foi traduzida como “homossexuais”, enquanto na versão de 1987 foi traduzida “aqueles que participam de conduta homossexual”.

Mas a edição de 1994, diz Fowler, de novo denuncia “efeminados” e “sodomitas”.

Fowler então pergunta a seus leitores: “Qual dessas versões é verdadeira? Qual não é?” Ele então continua a dizer que a editora deveria ter publicado um aviso acerca da mudança de termos. Ele alega que a mudança está provocando violência contra os homossexuais.

O processo também pode servir como campanha publicitária para a sabedoria bíblica que o próprio Fowler afirma ter. Ele está estreando o livro “365 Razões para Estudar a Bíblia”. Um anúncio diz que o livro é “compilado com extensas pesquisas coletadas para um processo civil contra uma das maiores e mais respeitas editoras de Bíblias dos EUA”, e outro anúncio diz que o livro leva o leitor “numa viagem pelo tempo… lentamente expondo segredos escondidos que as editoras de Bíblias lutam febrilmente para manter ocultos do público geral há séculos. Uma avalanche de segredos que estão mantendo escravizados milhões de pessoas no mundo hoje”.

Um porta-voz da Editora Zondervan disse ao canal de TV WOOD em Grand Rapids que a editora não traduz Bíblias nem possui o direito autoral, mas confia na opinião acadêmica de confiáveis comitês de tradução.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: http://www.juliosevero.com

Fonte: LifeSiteNews [ http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/jul/08071104.html ]

http://juliosevero.blogspot.com/2008/07/homossexual-processa-editora-de-bblias.html